quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O ANARQUISMO NO BRASIL:BLACK BLOC

A Constituição Federal assegura o direito de greve e o direito a liberdade de expressão, sendo vedado o anonimato e o abuso de direito.

Todavia, nas manifestações por todo o país, a desordem é a regra geral. No Brasil os manifestantes não respeitam mais ninguém, até mesmo as autoridades, pelo silêncio das ações, aceitam a anarquia como sendo democracia.

O povo marcado, o povo sofrido, continua preso em suas casas, enquanto os criminosos, gente de toda espécie, ditam as regras de convivência, o desonesto é correto e por outro lado, a honestidade é coisa do passado e de idiota.

A modernidade que busca as posses a todo custo, o poder absoluto, o prestígio total, por fim, o prazer doa a quem doer , mesmo que seja a custa dos direitos de outrem.

 

 Que país é esse? Que mundo é esse que estamos vivendo? Os bandidos tentam matar policial e não são presos?

O mundo moderno que deixa o homem cada vez mais irracional. Vejam:


Assim, por uma lógica verdadeira, sabemos que o capitalismo faz uma distribuição(concentração) de renda para poucos, enquanto a maioria ganha o mínimo desigualmente, porém, com determinado controle sobre a violência. 

Em outra esteira, o socialismo/comunismo, onde os poucos do poder,os quais não gostam de trabalhar e são amantes dos lindos discursos, ficam ricos com o trabalho  dos outros e, também, existe uma distribuição da pobreza e da violência de forma igual, o anarquismo total.

Enfim, são sistemas opostos que se completam quando o assunto é domínio do homem pelo homem para derrota de muitos.

 

Black bloc

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Black bloc nas ruas da cidade alemã de Hamburgo contra a repressão policial aos okupas, em dezembro de 2007
Black bloc é o nome dado a uma estratégia de manifestação e protesto anarquista, na qual grupos de afinidade1 mascarados e vestidos de preto se reúnem com objetivo de protestar em manifestações anti-globalização e/ou anti-capitalistas, conferências de representacionistas entre outras ocasiões, utilizando a propaganda pela ação para questionar o sistema vigente.
As roupas e máscaras pretas que dão nome à estratégia são usadas para dificultar ou mesmo impedir qualquer tipo de identificação pelas autoridades, também com a finalidade de parecer uma única massa imensa, promovendo solidariedade entre seus participantes.
Black Blocs se diferenciam de outros grupos anti-capitalistas por rotineiramente se utilizarem da destruição da propriedade privada para trazer atenção para sua oposição contra corporações multinacionais e aos apoios e às vantagens recebidas dos governos ocidentais por essas companhias. Um exemplo desta atividade é a destruição das fachadas de lojas e escritórios como McDonald's, Starbucks, Fidelity Investments, e outros locais relacionados às corporações no centro de Seattle, durante as manifestações contra a Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio de 1999.2

Concepção errada

Existe um entendimento, principalmente entre os noticiários das mídias comerciais de massa, que o "black bloc" é uma organização internacional de algum tipo.3 No entanto, nada mais é do que uma tática utilizada por grupos de manifestantes sem muitas conexões.4 Existem vários grupos black bloc dentro de uma única manifestação, com diferentes formas e táticas.4

Black Bloc (ilustração)

Referências

  1. Ir para cima ↑ Coletivo ACME, Um comunicado de uma parte do Black bloc no N30 em Seattle.
  2. Ir para cima ↑ Autonomia and the Origin of the Black Bloc accessed 7 November 2008
  3. Ir para cima ↑ CNN se referiu a "algo entre 2.000 militantes conhecidos como o 'black block [sic]'. "organizadores das manifestações contra o G8 condenam a violência". CNN. 3 Junho de 2007.
  4. ↑ Ir para: a b K, 2001, "being black block" in On Fire: the battle of Genoa and the anti-capitalist movement, p. 31, One Off Press.

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